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Mostrando postagens de agosto, 2017
Comentário texto do Adolfo Loos e Pierre Bourdieu. Sobre o texto do Adolf Loos, primeiramente me veio a ideia já consolidada de que o espaço de morar, de viver a vida cotidiana e toda sua afetividade, não pode de maneira nenhuma ser refém de conceitos estéticos individuais ou de matrizes de pensamento artístico. Apesar destes discursos influenciarem as escolhas de muitos moradores e fazerem parte de uma intersubjetividade, eles estão dentro de limites muito maiores que os da vivencia privada, da casa, do lar.  Neste ponto, focamos a outra parte do texto que estabelece o “princípio do revestimento”. A arquitetura, mesmo que busque o belo, deve existir antes de tudo para solucionar problemas técnicos e materiais, e estes que, originalmente resolveram os problemas, parecem mais adequados do que sua própria imitação. O homem se sente mais em “casa” quando as coisas se revelam como são. A imitação, a arquitetura do sucedâneo, parece estar mais inserida em uma lógica de mercado indust...